Large Hadron Collider - LHC - O que é?


Sua forma é circular, com um perímetro de 27 quilômetros. Ao contrário dos demais aceleradores de partículas, a colisão será entre prótons português brasileiro ou protões português europeu, e não entre pósitrons e elétrons (como no LEP), entre prótons e antiprótons (como no Tevatron) ou entre elétrons português brasileiro ou electrões português europeu e prótons (como em HERA). O LHC irá acelerar os feixes de prótons até atingirem sete TeV (assim, a energia total de colisão entre dois prótons será de 14 TeV) e depois fá-los-á colidir em quatro pontos distintos. A luminosidade nominal instantânea é 1034 cm-2s-1, a que corresponde uma luminosidade integrada igual a 100 fb-1 por ano. Com esta energia e luminosidade espera-se observar o bóson de Higgs e assim confirmar o modelo padrão das partículas elementares.

Sua construção e entrada em funcionamento foi alvo de um filme da BBC sobre um possível fim do mundo, e tem gerado uma enorme polêmica na Europa.

  Diâmetro do LHC 

  O colisor de hárdrons 

Constituição do LHC


Possui um túnel a 100 metros ao menos debaixo da terra na fronteira da França com a Suíça, onde os prótons serão acelerados no anel de colisão que tem cerca de 8,6 km de diâmetro.

Amplificadores serão usados para fornecer ondas de rádio que são projetadas dentro de estruturas repercussivas conhecidas como cavidades de freqüência de rádio. Exatamente 1232 ímãs bipolares supercondutores de 35 toneladas e quinze metros de comprimento agirão sobre as transferências de energias dentro do LHC.

Os detectores de partículas ATLAS, ALICE, CMS e LHCb, que monitoram os resultados das colisões, possuem mais ou menos o tamanho de prédios de cinco andares (entre 10 e 25 metros de altura) e 12 500 toneladas. O LHC custou cerca de 3 mil milhões de euros ao contribuinte europeu.

Objetivos:


Um dos principais objetivos do LHC é tentar explicar a origem da massa das partículas elementares e encontrar outras dimensões do espaço, entre outras coisas. Uma dessas experiências envolve a partícula bóson de Higgs. Caso a teoria dos campos de Higgs estiver correta, ela será descoberta pelo LHC. Procura-se também a existência da super simetria. Experiências que investigam a massa e a fraqueza da gravidade serão um equipamento toroidal do LHC e CMS ("Solenóide de múon compacto"). Elas irão envolver aproximadamente 2 mil físicos de 35 países e dois laboratórios autónomos ? o JINR (Joint Institute for Nuclear Research) e o CERN (Conseil Européen pour la Recherche Nucléaire).

As experiências por meio do LHC devem permitir descobrir várias partículas dotadas de todas as cargas de energia e exercendo as mesmas interações que as partículas do Modelo Padrão conhecidas.

Críticas e riscos:


Os cientistas Walter Wagner e Luiz Sancho acreditam que este equipamento pode provocar uma catástrofe de dimensões cósmicas, como um buraco negro que acabaria por destruir a Terra[carece de fontes?]. Para tanto, corre um processo num tribunal do Havaí[carece de fontes?] tentando impedir a experiência, até que haja uma total comprovação de que não haja riscos. Outros acusam o CERN de não ter realizado os estudos de impacto ambiental necessários. No entanto, apesar das alegações de uma suposta criação de um buraco negro, o que de fato poderia ocorrer seria a formação de strange quarks, possibilitando uma reação em cadeia e gerando a matéria estranha; esta possui a característica de converter a matéria ordinária em matéria estranha, logo gerando uma reação em cadeia na qual todo o planeta seria transformado em uma espécie de matéria estranha.

Apesar das alegações "catastróficas", físicos teóricos de notável reputação como Stephen Hawking e Lisa Randall afirmam que tais teorias são meramente absurdas, e que as experiências foram meticulosamente estudadas e revisadas e estão sob controle.

Entretanto, se um buraco negro fosse produzido dentro do LHC, ele teria um tamanho milhões de vezes menor que um grão de areia, e não viveria mais de 10-27 segundos, pois por ser um buraco negro, emitiria radiação e deixaria de existir.

Mas, supondo que mesmo assim ele continuasse estável, continuaria sendo inofensivo. Esse buraco negro teria sido criado à velocidade da luz (300 mil km por segundo) e continuaria a passear neste ritmo se não desaparecesse. Em menos de 1 segundo ele atravessaria as paredes do LHC e se afastaria em direção ao espaço. A única maneira de ele permanecer na Terra é se sua velocidade for diminuída a 15 km por segundo. E, supondo que isto ocorresse, ele iria para o centro da Terra, devido à gravidade, mas continuaria não sendo ameaçador. Para representar perigo, seria preciso que ele adquirisse massa, mas com o tamanho de um próton, ele passaria pela Terra sem colidir com outra partícula (não parece, mas o mundo ultramicroscópico é quase todo formado por vazio), e ele só encontraria um próton para somar à sua massa a cada 30 minutos a 200 horas. Para chegar a ter 1 miligrama, seria preciso mais tempo do que a idade atual do universo.

O cientista do MIT, Ph.D em Astrofísica pela Universidade de Bolonha, o brasileiro Gabriel Moraes Ernst, considera a teoria concernente com as principais vertentes de análise, ao considerar a aplicabilidade da transferência de pósitrons com base na massa do buraco negro gerado.
Fonte: Wikipedia

Astrônomos descobrem um novo tipo de planeta


Astrônomos descobrem um novo tipo de planeta
 

Um grupo de astrônomos descobriram a existência de um novo tipo de planeta, com grande composição de água e com uma leve atmosfera de vapor.
A descoberta claro foi realizada no Centro de Astrofísica de Harvard-Smithsonian em conjunto com a NASA. O novo planeta encontra-se fora de nosso sistema solar e fora denominado de GJ1214b; o planeta em questão já estava sendo monitorado desde 2009 pelo telescópio espacial Hubble, onde estudos mostraram uma enorme fração de sua massa composta por água.
Sabemos que em nosso sistema solar existem três tipos de planetas, que são: terrestres e rochosos (Terra, Marte, Mercúrio e Vênus), gigantes gasosos (Júpiter e Saturno) e gigantes gelados (Urano e Netuno).
Mas também sabemos que existem outros planetas em torno de estrelas distantes, como no caso deste novo planeta e como no caso de outros que nós já mencionamos aqui mesmo. O GJ1214b, está situado, ou seja, localizado a cerca de 40 anos luz da Terra, e está sendo considerado por astrônomos como uma Super Terra, pois tem 2,7 vezes o comprimento de nosso planeta e sete vezes mais o seu peso.
A Super Terra orbita a cada 38 horas ao redor de seu “Sol”, que não passa de uma estrela anã vermelha que possui segundo os estudos realizados pelo Hubble, 232 graus Celsius. Já em 2010, o cientista Jacob Bean indicou que a Super Terra deveria ser composta em sua maior parte por água, no entanto, suas análises podem ter sido feitas em razão da presença de uma nuvem que envolveu totalmente o planeta em questão.
Com a ajuda do telescópio Hubble, os astrônomos conseguiram calcular a densidade do planeta a partir de sua massa e tamanho, comprovando assim a existência de muito mais água que o planeta Terra possui e também muito menos rochas. Agora resta saber se esse novo planeta um dia poderá se habitável!

Heinrich Rudolf Hertz: Google Homenageia Físico Alemão Com Doodle



hertz 2011 hp Doodle: Google celebra aniversário de Heinrich Rudolf Hertz

Google faz mais uma homenagem, dessa vez é para Heinrich Rudolf Hertz. Os doodles são versões divertidas, surpreendentes e, muitas vezes, espontâneas que do logotipo do Google para comemorar feriados, aniversários e a vida de artistas famosos, pioneiros e cientistas. Conheça mais sobre Heinrich Rudolf Hertz.  Físico alemão (22/2/1857-1o/1/1894). Responsável pela descoberta das ondas eletromagnéticas em 1887. Heinrich Rudolf Hertz nasce em Hamburgo. Inicia os estudos na Universidade de Munique e transfere-se para a Universidade de Berlim como assistente de Hermann von Helmholtz, famoso físico da época.
Começa a estudar a teoria eletromagnética do cientista britânico James Clerk Maxwell em 1883. Entre 1885 e 1889, enquanto trabalha como professor em Karlsruhe, consegue produzir ondas eletromagnéticas em laboratório, medir seu comprimento e velocidade, demonstrando que elas possuem todas as propriedades da luz, a mesma natureza das vibrações e da suscetibilidade de reflexão e refração da luz e das ondas quentes.
Heinrich Hertz.jpg  Heinrich Rudolf Hertz

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Imagem ajuda a desvendar "mistério" dos buracos negros

O telescópio espacial Hubble capturou as estrelas jovens em volta do buraco negro. Foto: ESA/Divulgação
O telescópio espacial Hubble capturou as estrelas jovens em volta do buraco negro
Foto: ESA/Divulgação
Imagem divulgada pela agência espacial europeia (ESA, na sigla em inglês) mostra um grupo jovens de estrelas azuis em torno de um buraco negro chamado de HLX-1. O registro inédito foi capturado pelo telescópio espacial Hubble e, segundo astrônomos, indica que o buraco se formou a partir de uma galáxia anã.
De acordo com a ESA, a descoberta tem importantes implicações na compreensão da evolução dos buracos negros e das galáxias. Os astrônomos sabem como as estrelas supermassivas se desintegram para a formação dos buracos, no entanto não está claro como estas estruturas, que podem ter massa milhões de vezes maior que a do Sol, podem se formar no núcleo das galáxias. A ideia defendida pelos pesquisadores é de que essas estruturas supermassivas podem se originar a partir da fusão de pequenos e médios buracos negros.
O fato de haver um grupo muito jovem de estrelas na imagem indica, segundo os astrônomos, que o buraco negro de massa intermediária pode ter se originado a partir da galáxia anã, que foi "engolida" pela estrutura mais massiva.
Conhecido como Hyper-Luminous fonte de raios-X 1, o buraco negro registrado na imagem pesa cerca de 20 mil vezes a massa do Sol e encontra-se em direção à borda da galáxia ESO 243-49, que está a 290 milhões de anos-luz da Terra. O estudo liderado por universidades do Reino Unido e da Austrália foi publicado dia 15 de Fevereiro de 2012 no Astrophysical Journal.

Suíços criam 'satélite-faxineiro' para recolher lixo espacial

Satélite tem valor estimado em 10 milhões de francos suíços (cerca de R$ 18 milhões). Foto: EPFL/Swiss Space Center/BBC Brasil
Satélite tem valor estimado em 10 milhões de francos suíços (cerca de R$ 18 milhões)
Foto: EPFL/Swiss Space Center/BBC Brasil

A quantidade de lixo espacial na órbita da Terra fez com que especialistas da Suíça desenvolvessem um projeto que tem como objetivo construir um "satélite-faxineiro". Os cientistas da Escola Politécnica Federal de Lausanne, na Suíça, pretendem lançar o aparelho, chamado de CleanSpace One, em até cinco anos.
Com um valor estimado em 10 milhões de francos suíços (cerca de R$ 18 milhões), o CleanSpace One será o primeiro destinado a reduzir a poluição espacial. Os especialistas suíços afirmam que existem cerca de 16 mil objetos com diâmetro superior a 10 cm na órbita da Terra ¿ o suficiente para provocar um acidente com satélites de serviço ou aeronaves tripuladas.
A agência espacial americana (Nasa) monitora os pedaços maiores de sucata que orbitam a Terra. Além deles, centenas de milhares de peças menores levam risco a satélites e missões espaciais.
Tentáculos
A missão inicial seria destinada a coletar um dos dois primeiros satélites enviados pela Suíça ao espaço, ambos fora de uso ¿ o Swisscube, colocado em órbita em 2009, e o Tlsat, que entrou em atividade no ano seguinte.
Para recolher os satélites aposentados, o "faxineiro" será lançado ao espaço e terá de corrigir seu rumo em direção ao alvo. A captura ocorrerá quando os objetos estiverem navegando a uma velocidade de cerca de 28 mil km/h, a uma altitude entre 630 km e 750 km.
Munido de braços que se assemelham a tentáculos, o CleanSpace One vai abraçar o outro satélite e trazê-lo de volta à atmosfera terrestre, onde ambos entrarão em combustão. No futuro, os cientistas pretendem trazer mais lixo espacial para a Terra.
Ajuste de rota
A quantidade de lixo espacial em órbita obriga a Estação Espacial Internacional (ISS, sigla em inglês) a ajustar sua rota frequentemente para evitar colisões.
No entanto, o risco vem aumentando, segundo os cientistas suíços, o que justifica o enorme valor dos seguros do setor espacial ¿ atualmente estimados em US$ 20 bilhões.
Em fevereiro de 2009, o satélite americano Iridium-33 explodiu após colidir com o satélite abandonado russo Cosmos 2251, adicionando mais dejetos à órbita terrestre.




Físicos estão em busca do líquido perfeito


Representação gráfica de uma das primeiras colisões de íons realizadas (Fonte da imagem: Wikimedia Commons)


De acordo com as últimas pesquisas, o fluido mais líquido que existe é um tipo de plasma produzido pela colisão de íons pesados no LHC.

Atualmente, físicos de partículas têm se ocupado de uma questão muito curiosa: descobrir qual é o fluido mais líquido que existe. Em 2004, cientistas usaram teoria quântica para definir qual seria a taxa mais baixa de viscosidade que um fluido poderia apresentar. Na ocasião, mesmo o hélio superfluído, cuja viscosidade tende a zero, estava muito acima do limiar calculado pelos pesquisadores.
Em 2005, um novo candidato foi encontrado para o recorde de fluido mais líquido da Terra: o plasma de quarks-glúons, um estado da matéria que pode ser gerado durante a colisão de íons no Grande Colisor de Hádrons (LHC) e que possui viscosidade quase igual ao limite estimado em 2004.
Agora, cientistas do Instituto de Física Teórica da Universidade Técnica de Viena acreditam que podem quebrar esse limite. De acordo com o ScienceDaily, os cálculos anteriores foram feitos a partir da consideração de que o plasma de quarks-glúons tinha as mesmas propriedades desde a sua formação.
Mas na verdade, esse material possui características que o diferenciam em sua fase inicial. O que os cientistas estudam no momento é uma forma de incluir essas diferenças em suas fórmulas para refazer os cálculos.


de http://www.tecmundo.com.br/fisica/

Cientistas confirmam: meteorito de Marte foi encontrado no Marrocos




Os fragmentos do meteorito Tissint, o maior que já chegou à Terra, que caíram no Marrocos, em julho do ano passado, são realmente procedentes de Marte, de acordo com equipe internacional de cientistas que analisaram o material.
De acordo com boletim publicado pela Sociedade Internacional de Meteorítica e Ciência Planetária, o meteorito era composto de sete quilos de material rochoso em pedaços que vão desde um grama a quase um quilo.
Ainda segundo especialistas, a química encontrada nos fragmentos pode ajudar nos estudos sobre o ambiente marciano.